{"id":31,"date":"2019-06-20T13:56:55","date_gmt":"2019-06-20T13:56:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/?page_id=31"},"modified":"2021-05-03T15:35:00","modified_gmt":"2021-05-03T15:35:00","slug":"a-pintora","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/a-pintora\/","title":{"rendered":"A Pintora"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"31\" class=\"elementor elementor-31\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-c328bd3 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"c328bd3\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-42674f5\" data-id=\"42674f5\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7dd3c9f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7dd3c9f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h2 style=\"text-align: center;\">A Pintora<\/h2><p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-496 size-medium alignright\" src=\"http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/portrait_2020-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/portrait_2020-200x300.jpg 200w, http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/portrait_2020.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/p><p><strong><em>MARGARIDA CEP\u00caDA VISTA PELA JORNALISTA HELENA MINEIRO<\/em><\/strong><\/p><p>&#8220;Falar de Margarida Cepeda \u00e9 falar de um ser absolutamente fascinante e congregador de poderosas energias que nos levam a pensar que Deus realmente existe.<\/p><p>Conheci-a em 2002 pela m\u00e3o de um amigo comum: O querido M\u00e1rio Costa. Homem singular, genu\u00edno, fraterno e, verdadeiramente apaixonado pela obra desta mulher cujo percurso profissional acompanha desde os finais da d\u00e9cada de 80. Talvez que por um processo de \u201cosmose\u201d, tamb\u00e9m eu fiquei irremediavelmente \u201ctomada de amores\u201d pela produ\u00e7\u00e3o enebriante da pintora. At\u00e9 ao momento em que pela primeira vez tomei contacto com a sua obra, n\u00e3o me lembro de protagonizar reac\u00e7\u00f5es como as que vivi ent\u00e3o. Dei por mim a ficar muitas vezes sem f\u00f4lego, no exacto momento da contempla\u00e7\u00e3o de um quadro. A arte tem essa fabulosa capacidade de re-ligar o que est\u00e1 \u201cpulverizado\u201d, dando sentido a uma mensagem que se quer universal. Margarida Cepeda tem dado do seu trabalho um testemunho in\u00e9dito atrav\u00e9s de uma espantosa linguagem simb\u00f3lica, enaltecendo com fervor a figura da mulher, sabendo como ningu\u00e9m mostrar o lado YING do Universo socorrendo-se para isso da figura feminina. O mist\u00e9rio, a d\u00favida, a emo\u00e7\u00e3o e o afecto pontuam o seu percurso pois que eles s\u00e3o aspectos do feminino. For\u00e7a que d\u00e1 a vida e a sustenta, mantendo-se serenamente \u00e0 espera do momento em que a ela retornar\u00e3o ambas as polaridades. Quando um pintor atinge um t\u00e3o grande patamar, chama at\u00e9 ele uma igual responsabilidade. \u00c0 qual Margarida nunca voltou costas. Lembro-me, nas muitas vezes em que a entrevistei, de lhe ter perguntado porque \u00e9 que nunca trabalhara a figura masculina. Curiosamente a pergunta surgiu no exacto momento \u201cda viragem\u201d.<\/p><p>Poucos meses depois inaugurava uma exposi\u00e7\u00e3o na galeria Galveias em Lisboa (Setembro de 2004) mostrando pela primeira vez uma vasta obra onde sobressa\u00eda a figura masculina. Magistralmente defendida. Os artistas de m\u00e3o cheia percebem-se pelos detalhes. E a pintura de Margarida Cepeda \u00e9 toda ela um oceano de detalhes, de min\u00fancias, de pormenores que fazem pulsar a vida e a validam no seu esplendor. \u00c9 um trabalho onde se conjugam os opostos numa dan\u00e7a perfeita. Onde n\u00e3o h\u00e1 antagonismos, antes complementaridade, pois \u00e9 disso que a vida trata. Onde o equil\u00edbrio \u00e9 acima de tudo a conviv\u00eancia do Sol (masculino) e da Lua (feminino), do quente e do frio, do mais e do menos, do direito e do esquerdo. Margarida Cepeda sabe que Tudo est\u00e1 em Tudo e passou essa verdade para a sua pintura. F\u00ea-lo excelsamente porque ao OLHAR para uma obra sua o sentimento comungado atinge a perfei\u00e7\u00e3o. O que os olhos do espectador alcan\u00e7am est\u00e1 muito pr\u00f3ximo da ideia de Bem de Plat\u00e3o.<\/p><p>Filha de um militar e de uma m\u00e9dica, Margarida Cepeda nasce em Lisboa em Abril de 1959. \u00c9 a terceira de quatro irm\u00e3s. Na fam\u00edlia n\u00e3o h\u00e1 ningu\u00e9m ligado \u00e0s Artes Pl\u00e1sticas. O impulso para desenhar toma conta dela desde menina. Qualquer s\u00edtio serve para dar aso \u00e0 sua imagina\u00e7\u00e3o. Desenha nas paredes l\u00e1 de casa, em todos os pap\u00e9is que lhe aparecem pela frente. \u00c9 um acto incontrol\u00e1vel que Margarida gosta de chamar de \u201cb\u00ean\u00e7\u00e3o\u201d. Quando entra para Belas Artes, o pa\u00eds sente ainda as transforma\u00e7\u00f5es resultantes da revolu\u00e7\u00e3o em 74. Margarida confessa que esse n\u00e3o foi um per\u00edodo f\u00e1cil: \u201cHavia um regime de censura para tudo o que fosse figurativo, isso foi muito frustrante, pois sempre tive uma grande necessidade de trabalhar a figura humana\u201d. Come\u00e7a por abordar a figura humana de forma muito sint\u00e9tica, estilizada at\u00e9, mas a sua voz interna pedia-lhe mais: \u201cO meu ser pedia-me uma figura mais cl\u00e1ssica, nunca consegui fugir disso, sen\u00e3o n\u00e3o era eu, era algo posti\u00e7o\u201d.<\/p><p>Os ensinamentos que recebe n\u00e3o a satisfazem de todo. Mas h\u00e1 algo que corre a seu favor: \u201cN\u00e3o conhecia ningu\u00e9m ligado ao meio art\u00edstico, nunca tive \u201cpadrinhos\u201d. Contei apenas com o meu trabalho\u201d. Sabe que foi rejeitada por uma m\u00e3o cheia de personalidades ligadas ao meio, mas nada disso a demoveu. A cr\u00edtica tamb\u00e9m se revela feroz: \u201cOs cr\u00edticos n\u00e3o me apontavam nada a n\u00edvel da t\u00e9cnica. Eles n\u00e3o gostavam era das imagens que eu apresentava. N\u00e3o havia sensibilidade para apreciar o meu trabalho\u201d.<\/p><p>Ainda hoje Margarida capta sensibilidades id\u00eanticas \u00e0s de ent\u00e3o: \u201cHoje em dia enveredou-se por uma teoria est\u00e9tica que considera o que eu fa\u00e7o como sendo do passado. O tipo de arte que se favorece \u00e9 marginal, deprimente, fragmentado, contundente, chocante. Sei que se a minha pintura estivesse nesse padr\u00e3o eu j\u00e1 estaria noutro patamar\u201d. Ent\u00e3o o que \u00e9 que explica que as exposi\u00e7\u00f5es de Margarida se pautem pelo sucesso? Margarida tem a resposta: \u201cH\u00e1 p\u00fablico com uma sensibilidade que est\u00e1 em sintonia comigo. N\u00e3o acredito que se chegue \u00e0s pessoas pela viol\u00eancia. Chega-se aos outros entendendo-os, apresentando caminhos, partilhando experi\u00eancias. \u00c9 o que eu fa\u00e7o com a minha pintura\u201d.<\/p><p>Ainda que a sua pintura tenha dado desde sempre um grande destaque \u00e0 figura feminina \u00e0 Margarida interessa fundamentalmente o equil\u00edbrio. Depois de ter integrado nos seus trabalhos o lado lunar (feminino) eis que surge glorioso e pujante o lado solar (masculino): \u201cA Sociedade Ocidental tem uma falta de entendimento das necessidades tipicamente masculinas. Noto que o feminino ganha cada vez mais terreno em detrimento do masculino. H\u00e1 muitas coisas escritas sobre o feminino, eu pr\u00f3pria vim a este mundo com um corpo de mulher o que constitui uma excelente ferramenta para entender muito do que me rodeia. O masculino \u00e9 muita vez desrespeitado. H\u00e1 uma situa\u00e7\u00e3o de ignor\u00e2ncia e por vezes de caos, muito mais no masculino do que no feminino\u201d. At\u00e9 relativamente \u00e0 beleza masculina, a artista pl\u00e1stica entende que os homens vivem encarcerados num espartilho. O seu prop\u00f3sito \u00e9 quebrar essa directriz: \u201cOs homens sentem-se muito mais comprometidos com a sua imagem, atendendo a um certo estatuto de poder, de respeito. As mulheres t\u00eam mais liberdade de express\u00e3o, elas falam mais, exorcizam mais\u201d.<\/p><p>Muitas das propostas com que a arte nos acena hoje em dia, caem invariavelmente em din\u00e2micas que gostam de catalogar um trabalho como sendo bom ou outro como sendo mau. Com o seu trabalho Margarida pretende mostrar a diferen\u00e7a entre as polaridades, desvendando como se pode chegar ao equil\u00edbrio atrav\u00e9s dessas diferen\u00e7as: \u201cUma obra de arte deve ter conte\u00fado. Obras de arte sem conte\u00fado \u00e9 a imagem pela imagem. Se elas s\u00e3o chocantes \u00e9 o choque pelo choque. Os meus quadros transmitem mensagens positivas\u201d.<\/p><div id=\"attachment_245\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-245\" class=\"wp-image-245 size-medium\" src=\"http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/quadro107-1-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/quadro107-1-300x300.jpg 300w, http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/quadro107-1-150x150.jpg 150w, http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/quadro107-1.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-245\" class=\"wp-caption-text\">PERCORRENDO O LABIRINTO (\u00f3leo sobre tela, 77&#215;82,5 cm, 2007)<\/p><\/div><p>Tomemos como exemplo um conceituado quadro de Margarida Cepeda, PERCORRENDO O LABIRINTO: \u201cCom base numa placa isl\u00e2mica de cer\u00e2mica a obra revela todo um emaranhado delineando caminhos, rotas e percursos que cada um percorre a seu gosto com a sua pr\u00f3pria luz encontrando flores, drag\u00f5es assustadores, f\u00e9nix e v\u00e1rias possibilidades de se re-fazer e de se re-vitalizar\u201d. Desta forma Margarida proporciona um sentido para a descoberta daquilo que nem sempre se v\u00ea. A pintura de Margarida Cepeda \u00e9 nas suas pr\u00f3prias palavras: \u201cUm projecto. Feito de fio a pavio\u201d.<\/p><p>Um projecto que jamais abandonar\u00e1. Porque nele encontra a sua \u00e2ncora: \u201cApercebo-me agora que preciso da pintura. Parar est\u00e1 fora de quest\u00e3o, porque pintar \u00e9 o elemento mais estruturante da minha vida. O meu atelier \u00e9 o meu lugar de paz\u201d.<\/p><p>Quanto ao ritmo que imp\u00f5e a si mesma para levar a cabo esta tarefa de uma vida, Margarida sabe que est\u00e1 no caminho certo que a levar\u00e1 ao seu ritmo natural: \u201cAntigamente tinha um ritmo que n\u00e3o era respeitador da minha pessoa. Mas alterei essa din\u00e2mica\u201d. Os amantes da sua obra reclamam a flu\u00eancia desse ritmo pois que artistas como Margarida Cepeda engrandecem o Universo nos intervalos da raridade.&#8221;<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-483e795 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"483e795\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-161e275\" data-id=\"161e275\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6e2ecc6 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6e2ecc6\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-7abf120\" data-id=\"7abf120\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-653642e elementor-widget elementor-widget-wp-widget-synved_social_follow\" data-id=\"653642e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"wp-widget-synved_social_follow.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div><a class=\"synved-social-button synved-social-button-follow synved-social-size-48 synved-social-resolution-single synved-social-provider-facebook nolightbox\" data-provider=\"facebook\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\" title=\"Follow us on Facebook\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MargaridaCepedaAtelierGalerie\" style=\"font-size: 0px;width:48px;height:48px;margin:0;margin-bottom:5px;margin-right:5px\"><img decoding=\"async\" alt=\"Facebook\" title=\"Follow us on Facebook\" class=\"synved-share-image synved-social-image synved-social-image-follow\" width=\"48\" height=\"48\" style=\"display: inline;width:48px;height:48px;margin: 0;padding: 0;border: none;box-shadow: none\" src=\"http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/wp-content\/plugins\/social-media-feather\/synved-social\/image\/social\/regular\/96x96\/facebook.png\" \/><\/a><a class=\"synved-social-button synved-social-button-follow synved-social-size-48 synved-social-resolution-single synved-social-provider-instagram nolightbox\" data-provider=\"instagram\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\" title=\"Check out our instagram feed\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/MargaridaCepedaAtelier\/\" style=\"font-size: 0px;width:48px;height:48px;margin:0;margin-bottom:5px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"instagram\" title=\"Check out our instagram feed\" class=\"synved-share-image synved-social-image synved-social-image-follow\" width=\"48\" height=\"48\" style=\"display: inline;width:48px;height:48px;margin: 0;padding: 0;border: none;box-shadow: none\" src=\"http:\/\/www.margaridacepeda.com\/2019\/wp-content\/plugins\/social-media-feather\/synved-social\/image\/social\/regular\/96x96\/instagram.png\" \/><\/a><\/div>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Pintora MARGARIDA CEP\u00caDA VISTA PELA JORNALISTA HELENA MINEIRO &#8220;Falar de Margarida Cepeda \u00e9 falar de um ser absolutamente fascinante e congregador de poderosas energias que nos levam a pensar que Deus realmente existe. 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